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Governo quer teto maior no Simples ?

Mudança estenderia benefício às empresas com faturamento até R$ 7,4 milhões. Objetivo é alavancar emprego e arrecadação

Depois de promover mudança na legislação e aprovar a Lei 147/14, que incorporou 143 novas categorias no Simples Nacional, a Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República quer modificar novamente as regras do setor para elevar o teto do Simples de um faturamento de R$ 3,6 milhões por ano para R$ 7,4 milhões nos setores de comércio e serviços e para R$ 14,4 milhões no caso de indústrias e para criar condições de crescimento sustentado para os empreendimentos de menor porte. “Estamos debatendo um processo de construção de rampas de crescimento da pequena empresa, para ela não ter medo de crescer”, diz o ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, que participa hoje, em Belo Horizonte, do Seminário Regional do Supersimples, promovido pela Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa.O ministro acredita que após a aprovação do ajuste fiscal do governo no Congresso, o que tem de ocorrer até o início de julho, será possível colocar em discussão na Câmara e no Senado o projeto “Crescer sem medo” (PL 448/14), que além de alterar o teto do Simples reduz as faixas de tributação. “Temos que construir um consenso na frente parlamentar, que é suprapartidária, para encaminhar o projeto ao Congresso, que busca uma agenda positiva e que converge para o fator de geração de emprego nas micro e pequenas empresas”, afirma o ministro. “O ajuste fiscal é política fiscal e monetária. Nós precisamos ter política econômica de apoio às micro e pequenas empresas, que são as maiores geradoras de emprego no país”, acrescenta.O objetivo dos seminários regionais, que vão acontecer em 11 estados, é discutir formas para impedir o que ocorre hoje. Atualmente, quando atinge o teto do faturamento para tributação simplificada, em lugar de continuar expandindo o negócio, o empreendedor cria outra razão social e, assim, permanece no limite dos benefícios. “Podemos pensar em faixas em que ele só paga pela diferença, numa tabela progressiva, como no Imposto de Renda”, afirma Afif Domingos.

Para defender a revisão da legislação, o ministro revela os impactos positivos da mudança feita no ano passado. Com a ampliação das categorias com direito à tributação simplificada, o número de pedidos de inclusão no Simples saltaram de 22.076 no início do ano passado para 502.692 em janeiro deste ano, o que representa crescimento de 125%. Além disso, o número de pedidos deferidos (aprovados imediatamente ou após processamento de pendências) passou de 125.064 no ano passado para 319.882 este ano, alta de 156%.

No caso dos pedidos indeferidos este ano (168.457), a grande maioria (144.453) teve a reivindicação negada por apresentar problemas fiscais. “São empresas com débitos fiscais. Elas estão em dificuldades e vão continuar em dificuldades, sem conseguir colocar o nariz fora da água”, afirma o ministro ao defender um novo programa de refinanciamento de dívidas fiscais (Refis) para o setor, com a abertura de possibilidade para que microempresas possam entrar num processo de parcelamento de seus débitos, hoje em até 60 meses. Afif diz que o prazo também precisa ser ampliado para 180 meses, como ocorre em outros setores.

O principal argumento é o impacto que medidas como essa (ampliação do Refis) têm no universo dos micro e pequenos empreendedores. De acordo com dados da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, enquanto a arrecadação de impostos federais está em queda, a receita tributária obtida com as micro e pequenas e os microempreendedores individuais cresceu de R$ 14,87 bilhões, no primeiro trimestre do ano passado, para R$ 17,04 bilhões nos três primeiros meses deste ano, com aumento real (descontada a inflação), de 5,92%. No mesmo período, a Receita Federal registrou queda de 2,03%. Além disso, enquanto os empregos com carteira assinada no país tiveram saldo negativo de 127.616 postos em março, nas micro e pequenas empresas o saldo ficou positivo em 65.413 empregos gerados. “Esses dados são a prova flagrante de que está aí a aposta para a retomada da economia no curto prazo, porque é a opção que demanda menos capital para gerar emprego”, afirma Afif.

CRÉDITO Outro ponto que o ministro defende para estimular as micro e pequenas empresas e o empreendedorismo no país é o estabelecimento de condições de financiamento mais favoráveis para esses empreendimentos. “O crédito é outro fator de desestímulo”, observa Afif. De acordo com ele, o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), criado há 10 anos, tem hoje patrimônio de R$ 600 milhões. “No Brasil, só se dá prata para quem tem ouro”, diz ele ao lembrar que este mês R$ 25 milhões desse fundo foram alocados para a abertura de uma linha de
R$ 300 milhões a ser emprestada para franquias de micro e pequeno porte, com taxas de juros menores. “O crédito para capital de giro cobra taxa de 3% ao mês e quase 40% ao ano. Isso quebra qualquer empresa”, afirma.

Hoje, segundo o ministro, além do custo de captação e do risco, a taxa de juros no Brasil tem 33% de carga tributária. Ele diz que o fundo de aval substitui garantias exigidas pelos bancos e que muitas vezes os microempresários não têm nada para oferecer, mas lembra que a qualificação dos pequenos empreendimentos é um fator que reduz o risco. “Temos que mitigar o risco para a taxa de juros cair” diz Afif, ao defender que parte do depósito compulsório dos bancos, que hoje está congelado no Banco Central, seja direcionada para financiar a produção nas micro e pequenas empresas, como ocorre na agricultura.

Perfil das adesões

Entre as atividades autorizadas a aderir ao Simples em 2015, os advogados encabeçam o número de pedidos deferidos de inclusão, com 20.995 solicitações. Corretores de seguros aparecem em segundo lugar no ranking, com 20.544 pedidos. Dentistas e profissionais da área odontológica, com 9.898 pedidos, estão em terceiro lugar no ranking de adesões ao Simples; os fisioterapeutas aparecem em quarto lugar, com 8.870, e corretores de imóveis em quinto lugar, com 8.665 inclusões deferidas. Do sexto ao décimo lugares das categorias aparecem atividades médicas e ambulatoriais (restrita a consultas), representantes comerciais, profissionais de artes cênicas, desenhistas técnicos que prestam serviços para engenharia e arquitetura e atividades de consultoria de gestão

Marcílio de Moraes

Link: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/05/18/internas_economia,648560/governo-quer-teto-maior-no-simples.shtml
Fonte: EM.com.br As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

4 Indicadores para Diagnosticar a Saúde da Empresa

Com o mercado competitivo dos dias de hoje, quem não analisar constantemente seus resultados em busca de melhorar sua atuação, dificilmente atingirá uma posição de sucesso. Por essa razão, empreendimentos de diversas áreas estão investindo cada vez mais no autoconhecimento, especialmente sobre aspectos que podem contribuir para que ela continue sendo rentável. Para ajudar nessa questão, existem alguns indicadores que ajudam a diagnosticar a saúde do negócio e contribuir, portanto, para a tomada de novas decisões e escolha de rumos mais acertivos para o crescimento. Quer descobrir quais são os indicadores mais importantes para sua empresa? Confira no texto a seguir:

Desempenho Empresarial

Recomendado: Porque saber os números de sua empresa?

Faturamento

Pode parecer lógico acompanhar o faturamento, mas o fato é que muitas empresas não dão o devido valor para esse indicador. É ele que mostra quanto está sendo comercializado e quanto de dinheiro está entrando no empreendimento. Além disso, esse indicador é extremamente útil para fazer comparações com as metas estabelecidas para o momento e descobrir se você precisa realinhar estratégias e buscar nova clientela para que sua empresa possa ter o lucro esperado.

Recebimentos

Faturamento e recebimentos não são a mesma coisa. O fato é que você pode vender muito, mas não necessariamente estará recebendo esse dinheiro efetivamente. Isso ocorre especialmente com quem faz muitas vendas a prazo, como cartão de crédito e boletos ou pior: sofre com a inadimplência. Faça uma análise precisa dos seus clientes em estado de inadimplência e crie um programa de cobranças mais eficaz: deixar o recebimento o mais próximo possível do faturamento é uma meta que todo empresário deve ter.

Custo fixo

Ter uma noção precisa dos seus custos fixos é outro fator preponderante para que uma empresa funcione com precisão. Esse conceito é importante, pois muitos empresários, especialmente os menos experientes, acabam se iludindo e perdendo o controle, principalmente quando os negócios começam a crescer. Conhecer o custo fixo ajuda a saber que o dinheiro gasto nesse indicador é, na realidade, virtual: você jamais o terá, pois ele é necessário todos os meses para que a empresa funcione, mesmo em seu nível mais básico. Já os custos totais variáveis podem mudar, pois aumentam de acordo com o volume de negócio, porém os fixos precisam ser conhecidos e muito bem!

Ticket médio

O Ticket Médio é um indicador que se popularizou muito nos últimos anos, pois dá uma boa noção para a empresa do seu público alvo e da própria dinâmica do seu negócio. Ele aponta na média quanto cada venda está trazendo de lucro, ou seja, demonstra se vale mais investir em certos itens ou se é melhor destinar seus esforços de marketing para outros produtos. Quanto mais alto esse indicador, mais você vai receber por uma única transação. É uma forma de possibilitar projeções inteligentes, mostrando o quanto a mais você vai ganhar se aumentar os compradores de determinados nichos do seu negócio.

Esses são alguns indicadores que podem ajudar seu empreendimento a ter maior controle da própria saúde empresarial. Quem não conhece bem seu negócio terá chances muito maiores de tomar decisões erradas e percorrer um trajeto mais difícil, enquanto quem tiver a perfeita noção das minúcias de sua empresa e das variáveis da sua área, aumentará consideravelmente suas possibilidades de sucesso. Um empresário inteligente não pode abrir mão de um diagnóstico perfeito: use esses dados a seu favor! Ficou animado com os benefícios que os indicadores podem causar à sua empresa? Deixe seu comentário e conte pra gente. Sugestões e dúvidas também são bem-vindas.

fonte:http://blogsetting.rdstation.com.br/4-indicadores-para-diagnosticar-saude-da-empresa/?utm_campaign=news_resumo_do_mes_abril&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Qual o limite do Simples Nacional?

Atualmente o limite para se enquadrar no simples nacional é de R$ 3.600,000,00 (três milhões e seiscentos mil reais) anual ou proporcional para empresas novas.

Mais sobre o simples nacional

O Simples Nacional

O simples é um sistema de tributação criado para unificar o recolhimento de tributos e facilitar a vida do contribuinte. É notório que o Brasil possui um  sistema tributário complexo e que acaba assustando muitos empresários quando decidem abrir seu próprio negocio.

A tributação no sistema do simples incide basicamente sobre seu faturamento, quando maior o faturamento maior a carga tributária, sendo as alíquotas destes impostos divididas por Anexos I a VI, cada anexo compreende uma serie de atividades.

Anexos
Anexo I – Comercio – 4 a 11,61%
Anexo II – Industria – 4,5 a 12,11%
Anexo II – Serviços e Locação de Bens Moveis – 6 a 17,42%
Anexo IV – Serviços 4,5 a 16,85
Anexo V – Serviços 8 a 22,90% *
Anexo VI – Serviços profissionais 16,93 a 22,45*
*considerar o fator r

Recentemente, em 2015, foi criado o anexo VI do Simples que possibilitou a entrada de diversas atividades, até então impedidas de adotar este sistema. Entre elas: representante comercial, advogados e algumas áreas da saúde, nutricionista, fisioterapeuta e outros.

O pagamento deste tributo se dá através de uma guia, chamada DAS e anualmente deve ser declaro a receita federal o DEFIS.

Exportação

Qualquer empresa que adote o simples nacional pode exportar seus produtos, devendo estes serem destacados no momento da declaração mensal.

Construtoras

As construtoras devem além do pagamento dos impostos via guia DAS, recolher a CPP através de uma guia DARF, gerada no mesmo momento da DAS, é a chamada desoneração da folha.

No ato da emissão da NFSe (nota fiscal de serviço) deve ser retido INSS, numa porcentagem estabelecida por lei. O responsável pelo pagamento desta retenção é o Tomador (quem contratou a empresa) da nota fiscal.

Considerações

Apesar de a constituição brasileira assegurar benefícios e vantagens aos Micro e Pequenos Empresários, esta não foi bem  a decisão do legislativo, que ao aprovar o anexo VI (permitindo a entrada de novas atividades no simples nacional), onerou o contribuinte com uma alta carga tributária, em alguns casos, maior ainda que a opção pelo sistema Lucro Presumido. É claro que existe uma serie de fatores a serem levados em conta antes da adoção do melhor sistema para sua empresa, então fique atendo e consulte sempre um profissional qualificado.

Contabilidade Unica

Quanto é seu custo fixo?

Um dos mais recorrentes questionamentos que recebo ao iniciar meus processos de consultoria é: afinal qual é o custo fixo ideal para a minha empresa?

Bem, para responder a esta questão, temos que associar alguns outros fatores antes de falarmos de qualquer índice, eis o detalhamento:

1. Depende do tipo e porte de empresa
Cada tipo e porte de empresa pratica índices diferenciados, pois, está diretamente associado a fatores como: quanto mais técnico for a atividade maiores serão os custos com salários, estrutura para desenvolvimento (equipamentos, softwares, materiais de apoio…), tipo de atividade (quanto mais especializada for a atividade), porte da empresa (associado ao volume de faturamento).

2. Depende do segmento de negócios
O segmento de negócios determina uma grande ou menor concorrência, consequentemente, os preços são bastante determinantes (seguramente não é o único ou o principal fator) para o sucesso de vendas.

3. Depende dos concorrentes diretos

É necessário conhecer os concorrentes diretos, aqueles que “disputam” a conquista do mercado, saber como eles atuam – se são agressivos nas vendas através da dinâmica dos preços, se frequentemente realizam promoções, se os preços representam o seu grande argumento de vendas.

4. Depende do seu volume de faturamento
O montante ideal de custo fixo está associado diretamente ao faturamento da empresa, porém, existem padrões mínimos requeridos, especialmente para as empresas de baixo volume de faturamento, onde a tendência dos custos fixos percentuais é tornarem-se elevadíssimos mesmo em se tratando de uma estrutura mínima de custos.

Neste caso entra em cena outro grande fator chamado PONTO DE EQUILÍBRIO onde tem-se um volume mínimo de faturamento necessário para cobrir todos os custos.

5. Depende do padrão de empresa que você deseja ter
Refiro-me ao estilo de empresa que você tenha estruturado. Tomemos como exemplo os hotéis, existem classificações de hotéis através de estrelas… então, quando comparamos um hotel de 3 ao de 5 estrelas, nitidamente as diferenças são visuais começando pela apresentação visual, pelas comodidades ofertadas, pelo número de funcionários disponíveis…

Neste caso, é lógico que o preço cobrado é em função do tipo de serviço ofertado, então, o “produto” de um hotel 3 estrelas é absolutamente distinto em relação ao de 5 estrelas. É necessário saber avaliar e ajustar o seu padrão ofertado para saber qual estrutura de custos fixos a adotar.

Diante de todos esses argumentos, ainda permanece a grande dúvida, mas, afinal, qual é o índice de custo fixo adequado para a minha empresa?

Podemos traçar alguns parâmetros de mercado, para isso, devemos levar em consideração índices que possibilitem a competitividade de preços.

INDÚSTRIA de pequeno porte ………………….: 15 a 20%
INDÚSTRIA de médio e grande porte …………:    até 15%

COMÉRCIO de pequeno porte …………………….: 10 a 20%
COMÉRCIO de médio e grande porte ……………:    até 10%

SERVIÇOS de pequeno porte ……………………….: 15 a 25%
SERVIÇOS de médio e grande porte ………………:    até 15%

Lembrando sempre que:

1. Quanto maior o porte da empresa, conforme o volume de faturamento, menor deverá ser esse índice
2. são índices meramente indicativos, tome-os APENAS como referencial, especialmente porque eles devem estar associados as dependências mencionadas.

fonte: sebrae

8 lições de marketing de Philip Kotler

Philip Kotler é um dos gurus do marketing mundial. Segundo uma lista do “Financial Times”, ele é o quarto nome mais importante do setor – atrás apenas de Jack Welch, Bill Gates e Peter Drucker. Conheça as dicas do americano, de 83 anos, para quem deseja aprimorar o marketing de seu negócio.

kotler

1) Mais que um departamento
Kotler afirma que o marketing deve ter uma relação de interdependência com todos os departamentos de uma empresa. “O marketing não pode ser visto apenas como um setor . Na verdade, esse setor deve funcionar como uma força de papel decisivo para o sucesso de um negócio.”

2) Obedeça ao “funil de vendas”
Segundo o americano, o processo de uma venda pode ser dividido em seis etapas: prospectar clientes, entender as necessidades do público-alvo, desenvolver soluções, fazer a proposta, negociar contratos e fechar a venda. Ele afirma que as três primeiras etapas devem – quando há pessoas suficientes – ser feitas por um profissional de marketing, enquanto as últimas são uma atribuição do departamento de vendas. “Com esse funil, cada passo é tomado por quem sabe o que está fazendo”‘ diz.

Além disso, o funil serve para mostrar a principal diferença entre as duas áreas. “O marketing é responsável pela criatividade e pelas estratégias apropriadas para chegar ao cliente, enquanto a execução fica com o pessoal de vendas.”

3) Valorize o ócio
Voltando às atribuições de um profissional de marketing, Kotler ressalta que é o planejamento estratégico é importante, mas não deve se sobrepor ao processo criativo. “O marketeiro precisa de tempo para pensar e conceber as melhores ideias”, afirma.

4) Represente a voz do consumidor
Em uma empresa grande o suficiente para ter um profissional de marketing, é papel do responsável pela área ser um porta-voz dos clientes. “Uma decisão que não contempla a satisfação do consumidor tem tudo para ser equivocada.”

Para Kotler, valorizar os clientes é, por si si, uma verdadeira estratégia de marketing. “A Apple, por exemplo, deixa uma cadeira vazia nas reuniões de diretores. Ela representa, simbolicamente, o consumidor. Pergunte a um applemaníaco sobre os pontos positivos da empresa. Ele provavelmente vai falar do cuidado da empresa em ser uma amiga dos clientes”, afirma.

5) Trabalhe firme na construção de sua marca
As relações comerciais são baseadas numa relação simples: empresas vendem o que consumidores precisam. “Mas há companhias que vendem, por um preço alto, algo que pode ser encontrado em qualquer lugar. E se dão bem”, diz Kotler. Ele exemplifica essa tendência com o Starbucks. “Eles vendem café caro e são bem-sucedidos no Brasil, um dos países com maior produção mundial do grão. Isso é possível com a construção de uma marca. O Starbucks é a segunda casa dos clientes. Lá, tem internet, é confortável. As pessoas gostam disso. Empresários precisam pensar em algo semelhante na hora de promover seus negócios.”

6) Seja meio jornalista
A construção da marca é intimamente ligada ao storytelling – a capacidade de se contar uma boa história. Para mostrar a trajetória da sua empresa da melhor forma, Kotler recomenda que o marketeiro seja um pouco jornalista. “O pessoal da imprensa se atém a todos os detalhes, sabe selecionar o que é mais importante na construção de uma notícia e sabem se expressar. Essas características são essenciais para quem trabalha com marketing.”

7) Seja socialmente responsável
O objetivo principal de um empreendedor é o lucro. No entanto, a busca pelo dinheiro não pode ser a única meta. “Consciência ambiental, ética e respeito pela lei não devem ser deixados de lado ao construir a sua marca”, diz Kotler.

8) Almoce com o pessoal do financeiro
Para que o marketing se integre a todos os departamentos da empresa, deve-se mostrar a todos o que é feito pelo setor. Mais ainda: todos devem entender que o dinheiro gasto com estratégias de marketing não é um desperdício. “Seja amigo de todos. Almoce com o pessoal do financeiro, que toma conta do dinheiro e deve enxergar seu trabalho com mais ressalvas. Explique suas atividades e mostre sua importância”, afirma Kotler.

Quatro dicas para não errar no planejamento da empresa

Além de estar preparado para um trabalho duro, é fundamental ser realista ao montar um plano de negócios

plano

Um bom planejamento estratégico é essencial para que uma empresa direcione seus esforços e consiga alcançar seus objetivos. É o planejamento que vai ajudar a companhia a destinar recursos de forma eficaz, estabelecer uma vantagem em relação à concorrência, lidar com riscos, tomar decisões inteligentes, ter um desenvolvimento coerente e resultados melhores.

Por trazer todos esses benefícios e melhorar a organização da empresa, o planejamento é uma etapa importante para empresas de qualquer porte, desde um negócio em casa até uma multinacional. Veja a seguir quatro dicas de Vinicius Roveda, CEO da ContaAzul, para fazer um planejamento estratégico sem erros:

1. Estude o mercado de atuação

Mesmo se a empresa tiver um bom serviço ou um bom produto, ele pode não ser aceito porque não se encaixa no mercado. Antes de tudo, é necessário fazer uma pesquisa detalhada sobre tudo que faz parte da área do negócio, como público-alvo, custos fixos e variáveis, concorrência, fornecedores e localização. Dessa forma, o planejamento vai condizer com a realidade e vai prever e evitar problemas no futuro.

2. Não use planos de negócios existentes

É importante conhecer o planejamento de outras empresas do mesmo porte e ramo que a sua, mas se basear nos planos de negócios delas e almejar as mesmas conquistas pode ser um equívoco. Cada negócio tem suas diferentes metas, valores, investimentos, contratações, dentre outros pontos. Portanto, é preciso personalizar o planejamento de acordo com suas necessidades e levar em consideração todos esses fatores. Algumas perguntas para começar a adequar o seu plano são: de onde virá seu capital de giro? Em quanto tempo você espera ter lucros? Como vai captar clientes?

3. Seja realista

Não adianta fazer pouco investimento e poucas contratações, esperando lucros exorbitantes. logo quando a empresa está começando. Além de estar preparado para um trabalho duro, é fundamental ser realista ao montar um plano de negócios. Tenha isso em mente ao planejar o quanto de investimentos a empresa vai atrair, quanto poderá contratar e quanto poderá crescer.

4. Não se esqueça dos riscos

Ao colocar o planejamento em prática, imprevistos podem surgir, o que pode exigir que alguns itens tenham que ser repensados. Por exemplo: uma distribuidora de chás pode perder lucros, caso a produção de ervas seja afetada por uma seca. No entanto, um bom planejamento pode prever algumas situações próprias do mercado e preparar melhor a empresa para se sustentar em momentos de aperto.

 

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/quatro-dicas-para-nao-errar-no-planejamento-da-empresa/101074/

Fique de olho nessas 4 exigências fiscais para o setor contábil em 2015

Para não perder nenhuma das mudanças e exigências fiscais, veja os principais aspectos que escritórios e profissionais de contabilidade devem conhecer para prestar um melhor atendimento aos clientes em 2015.

Além das inúmeras exigências fiscais e obrigações acessórias já previstas anualmente, o setor contábil em 2015 deve ficar atento a algumas alterações ocorridas ao longo dos últimos anos que começam a ser objeto de fiscalização a partir de janeiro. Manter a saúde financeira do negócio diante da alta carga tributária já é uma das principais preocupações do empreendedor, sobretudo nos casos de micro e pequenas empresas. Porém, a partir de agora tanto quem abre um negócio quanto os profissionais da área contábil devem estar atentos às novas disposições legais para evitar multas desnecessárias.

Para não perder nenhuma das mudanças e exigências fiscais, veja os principais aspectos que escritórios e profissionais de contabilidade devem conhecer para prestar um melhor atendimento aos clientes em 2015.

1 – Fim do RTT – adoção das normas contábeis internacionais

O Regime Tributário de Transição, instituído em 2009 para compatibilizar a legislação societária e fiscal brasileira às normas contábeis internacionais, deixa de existir em 2015. Assim, passa a ser exigida no Brasil a adoção dos padrões internacionais de contabilidade. O principal impacto da medida é a alteração nas bases de cálculo de impostos e contribuições.

Antes de 2015, os pronunciamentos contábeis não eram adotados para apuração do lucro societário, de modo que as adições e exclusões tradicionais para compor a base de cálculo do IRPJ e da CSLL eram aplicadas após certos ajustes não previstos na legislação internacional. A partir de agora, as regras para apuração desses tributos devem seguir pronunciamentos específicos como, por exemplo, o que permite que o pagamento baseado em ações seja excluído da base de cálculo do IRPJ e da CSLL.

2 – SuperSimples – opção com base no faturamento

A partir de 2015, o critério que permite a opção de recolhimento pelo Simples Nacional passa a ser o faturamento e não mais a atividade ou ramo de atuação. Com isso, mais de 140 atividades, principalmente as que envolvem profissionais autônomos como médicos, dentistas e advogados, podem optar pelo recolhimento unificado de alguns tributos desde que respeitem o limite máximo de faturamento de R$ 3,6 milhões por ano.

Vale sempre lembrar que, ainda que a diminuição da burocracia no recolhimento de tributos pelo Simples possa ser tentadora, é fundamental simular todos os cálculos antes de formalizar a opção para verificar se de fato essa é a melhor forma de tributação.

3 – eSocial

No fim de 2014 o governo federal oficializou a adoção do eSocial, novo projeto do Sistema Público de Escrituração Digital – SPED, por meio do qual o empregador deve enviar ao Fisco diversas informações e obrigações fiscais, trabalhistas e tributárias, incluindo dados detalhados da cada funcionário, demissões, férias e atestados médicos.

O objetivo é uniformizar o envio de informações que eram encaminhadas a diversos órgãos como Receita Federal, INSS, Ministério do Trabalho e Caixa Econômica Federal. Embora a obrigação de envio ainda esteja pendente de regulamentação, profissionais do setor contábil devem preparar-se para essa exigência já solicitando aos clientes o levantamento e organização dos principais dados que serão exigidos pelo Fisco.

4 – Escrituração Contábil Fiscal (ECF) – dispensa na entrega de DIPJ e impressão do Lalur

As exigências fiscais de entrega da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica – DIPJ e impressão do Livro de Apuração do Lucro Real – Lalur (obrigatório para empresas tributadas pelo Lucro Real) deixam de existir em 2015. Essas obrigações passam a ser substituídas pelo envio da ECF – Escrituração Contábil Fiscal, que deve ser transmitida de forma centralizada na matriz de cada empresa até o mês de setembro do ano calendário.

Link: http://blog.sage.com.br/gestao-contabil/fique-de-olho-nessas-4-exigencias-fiscais-para-o-setor-contabil-em-2015/

Porque saber os números de sua empresa?

Na maioria dos casos que atendemos os indicadores da empresa são dados quase totalmente desconhecidos pelos empresários, nosso objetivo é mudar esse cenário e ajudar na formação da estratégia e processos empresariais.

Os indicadores foram criados justamente para facilitar a compreensão das atividades e fluxos operacionais. A implantação deve ser vista como um fato essencial para as empresas. Muitas vezes por falta de tempo por parte dos empresários ou mau planejamento do tempo, estes quesitos são pouco administrados. Porém, são eles que possibilitam a coleta de dados que respondem se a organização está sendo eficiente em cada especificidade de suas estratégias.

fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/a-importancia-dos-indicadores-de-desempenho-na-empresa/99619/

Alguns dos indicadores mais utilizados

  1. Lucratividade – Porcentagem da receita obtida como resultado liquido.
  2. Rentabilidade – Porcentagem de retorno sobre um investimento ou capital social.
  3. Capital de Terceiros – Quanto sua empresa esta utilizando de recursos de terceiros, financiamentos, cheque especial, empréstimos… etc.
  4. Endividamento
  5. Capital de Giro / Necessidade do Capital de Giro –
  6. Imobilização

Entender como funcionam estes números é fundamental para começar qualquer analise empresarial, pois estão intimamente relacionados a composição do patrimônio liquido e balanço patrimonial. No sistema Contabilidade Única, oferecemos também a opção de Distribuição de Lucros de acordo com o resultado apresentado pela DRE, facilitando ainda mais o entendimento dos números de empresariais.

Autor: Julio Cesar – Contabilidade Unica
https://contabilidadeunica.com

Aumente seus lucros com uma boa estratégia de precificação

Conheça formas de criar estratégias de precificação para aumento da lucratividade do negócio

Conheça formas de criar estratégias de  precificação para aumento
da lucratividade do negócio

  Estabelecer preços de vendas corretamente é uma das maiores dificuldades encontradas por empresas de quaisquer atividades e portes, iniciantes ou já estabelecidas. Neste artigo, procuro mostrar algumas etapas, bastante simples, para fazer um planejamento estratégico quanto ao processo de precificação de sua empresa.

1) Retorno sobre capital investido

Podemos começar por definir o que considero o mais importante: qual o retorno sobre o capital empregado, desejado pelos investidores? Sim, a precificação não “nasce” do custo ou do mercado – sem dúvida, fatores fundamentais – mas, acima destes itens, está o objetivo de rentabilidade dos acionistas.

Pensando que o investidor pode alocar seus recursos em diversas alternativas, sejam produtivas ou financeiras, é essencial definir metas objetivas de retorno, que compensem os esforços físicos e financeiros de sua atividade. Em qualquer modalidade, essas metas devem ser realistas e contemplar outras oportunidades de retorno, incluindo os riscos inerentes aos investimentos.

Assim, na formulação de uma política de preços, deve-se, antes de mais nada, planejar a rentabilidade sobre o capital empregado, identificando as margens das linhas de negócios, necessárias para obtenção dos resultados.

Podemos dizer, enfim, que o processo de precificação começa do final, ou seja, do lucro desejado, comparado ao capital empregado.

2) Pesquisa de mercado

Um segundo ponto, essencial, é entender o mercado em que atua ou vai atuar. Quais condições comerciais prevalecem no segmento? Quais os principais concorrentes? Quais margens são possíveis obter, com as condições comerciais vigentes? Como devemos nos posicionar, ou seja, vamos atuar em nichos de mercado, priorizando margens em detrimento de volumes maiores, ou, ao contrário, nossa prioridade será atingir a maior parte dos consumidores, através preços mais baixos?

Seja qual for a alternativa, a empresa deve estar preparada para as reações dos concorrentes e consumidores. Se optarmos pelos nichos de qualidade, com preços maiores, a cobrança dos consumidores será muito maior e qualquer falha pode ser fatal, para a manutenção da imagem premium.

A opção de preços baixos, normalmente, é combatida por concorrentes que perdem espaço. A tendência é que se criem “guerras de preços”, com reduções de margens e necessidade ampliada de capital de giro. Quanto menos capitalizada for e empresa, mais arriscada se torna esta alternativa.

3) Gestão de custos

O terceiro ponto é apurar seus custos, corretamente, alocando aos produtos/serviços, apenas aqueles que são diretamente associados, os chamados custos e despesas variáveis. Este é um ponto fundamental do processo de precificação, pois, caso a empresa opte por ratear seus custos fixos aos produtos e serviços, a sua competitividade será bastante comprometida.

Podemos incluir nesta etapa a questão tributária, que pode ser elemento diferencial na competitividade, visto a enorme diversidade de situações, criadas pela legislação em nosso país. Conhecer os regimes tributários e suas principais características é fundamental para o empresário, inclusive para traçar estratégias mais lucrativas e de combate a seus concorrentes.

Estas dicas são de aplicação relativamente simples e podem fazer grande diferença entre o sucesso e insucesso de um negócio.

 

Artigo de Roberto Assef, diretor da Lucre Consultoria, publicado originalmente pela Endeavor Brasil e gentilmente cedido ao Administradores.com