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Category: Notícias

Os 4 piores erros na contratação de funcionários

Contratar um funcionário é sempre um risco – na hora da entrevista, a pessoa parece o candidato perfeito. No entanto, após o real início das atividades é que o gestor começa a perceber que aquele profissional talvez não fosse a melhor opção para o cargo ou para o momento. Então, começa o prejuízo – são gastos de dinheiro e tempo com a demissão, um novo processo seletivo e uma nova contratação.

Lou Adler, especialista em recrutamento e seleção e colunista da revista americana Inc., focada em empreendedorismo, listou os quatro piores erros de quem contrata. Veja abaixo quais os pontos de atenção e como não cair nessas ciladas

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Bárbara Ladeia

Link:ttp://www.dcomercio.com.br/categoria/gestao/os_4_piores_erros_na_contratacao_de_funcionarios
Fonte: Diário do Comércio As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Governo quer teto maior no Simples ?

Mudança estenderia benefício às empresas com faturamento até R$ 7,4 milhões. Objetivo é alavancar emprego e arrecadação

Depois de promover mudança na legislação e aprovar a Lei 147/14, que incorporou 143 novas categorias no Simples Nacional, a Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República quer modificar novamente as regras do setor para elevar o teto do Simples de um faturamento de R$ 3,6 milhões por ano para R$ 7,4 milhões nos setores de comércio e serviços e para R$ 14,4 milhões no caso de indústrias e para criar condições de crescimento sustentado para os empreendimentos de menor porte. “Estamos debatendo um processo de construção de rampas de crescimento da pequena empresa, para ela não ter medo de crescer”, diz o ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, que participa hoje, em Belo Horizonte, do Seminário Regional do Supersimples, promovido pela Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa.O ministro acredita que após a aprovação do ajuste fiscal do governo no Congresso, o que tem de ocorrer até o início de julho, será possível colocar em discussão na Câmara e no Senado o projeto “Crescer sem medo” (PL 448/14), que além de alterar o teto do Simples reduz as faixas de tributação. “Temos que construir um consenso na frente parlamentar, que é suprapartidária, para encaminhar o projeto ao Congresso, que busca uma agenda positiva e que converge para o fator de geração de emprego nas micro e pequenas empresas”, afirma o ministro. “O ajuste fiscal é política fiscal e monetária. Nós precisamos ter política econômica de apoio às micro e pequenas empresas, que são as maiores geradoras de emprego no país”, acrescenta.O objetivo dos seminários regionais, que vão acontecer em 11 estados, é discutir formas para impedir o que ocorre hoje. Atualmente, quando atinge o teto do faturamento para tributação simplificada, em lugar de continuar expandindo o negócio, o empreendedor cria outra razão social e, assim, permanece no limite dos benefícios. “Podemos pensar em faixas em que ele só paga pela diferença, numa tabela progressiva, como no Imposto de Renda”, afirma Afif Domingos.

Para defender a revisão da legislação, o ministro revela os impactos positivos da mudança feita no ano passado. Com a ampliação das categorias com direito à tributação simplificada, o número de pedidos de inclusão no Simples saltaram de 22.076 no início do ano passado para 502.692 em janeiro deste ano, o que representa crescimento de 125%. Além disso, o número de pedidos deferidos (aprovados imediatamente ou após processamento de pendências) passou de 125.064 no ano passado para 319.882 este ano, alta de 156%.

No caso dos pedidos indeferidos este ano (168.457), a grande maioria (144.453) teve a reivindicação negada por apresentar problemas fiscais. “São empresas com débitos fiscais. Elas estão em dificuldades e vão continuar em dificuldades, sem conseguir colocar o nariz fora da água”, afirma o ministro ao defender um novo programa de refinanciamento de dívidas fiscais (Refis) para o setor, com a abertura de possibilidade para que microempresas possam entrar num processo de parcelamento de seus débitos, hoje em até 60 meses. Afif diz que o prazo também precisa ser ampliado para 180 meses, como ocorre em outros setores.

O principal argumento é o impacto que medidas como essa (ampliação do Refis) têm no universo dos micro e pequenos empreendedores. De acordo com dados da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, enquanto a arrecadação de impostos federais está em queda, a receita tributária obtida com as micro e pequenas e os microempreendedores individuais cresceu de R$ 14,87 bilhões, no primeiro trimestre do ano passado, para R$ 17,04 bilhões nos três primeiros meses deste ano, com aumento real (descontada a inflação), de 5,92%. No mesmo período, a Receita Federal registrou queda de 2,03%. Além disso, enquanto os empregos com carteira assinada no país tiveram saldo negativo de 127.616 postos em março, nas micro e pequenas empresas o saldo ficou positivo em 65.413 empregos gerados. “Esses dados são a prova flagrante de que está aí a aposta para a retomada da economia no curto prazo, porque é a opção que demanda menos capital para gerar emprego”, afirma Afif.

CRÉDITO Outro ponto que o ministro defende para estimular as micro e pequenas empresas e o empreendedorismo no país é o estabelecimento de condições de financiamento mais favoráveis para esses empreendimentos. “O crédito é outro fator de desestímulo”, observa Afif. De acordo com ele, o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), criado há 10 anos, tem hoje patrimônio de R$ 600 milhões. “No Brasil, só se dá prata para quem tem ouro”, diz ele ao lembrar que este mês R$ 25 milhões desse fundo foram alocados para a abertura de uma linha de
R$ 300 milhões a ser emprestada para franquias de micro e pequeno porte, com taxas de juros menores. “O crédito para capital de giro cobra taxa de 3% ao mês e quase 40% ao ano. Isso quebra qualquer empresa”, afirma.

Hoje, segundo o ministro, além do custo de captação e do risco, a taxa de juros no Brasil tem 33% de carga tributária. Ele diz que o fundo de aval substitui garantias exigidas pelos bancos e que muitas vezes os microempresários não têm nada para oferecer, mas lembra que a qualificação dos pequenos empreendimentos é um fator que reduz o risco. “Temos que mitigar o risco para a taxa de juros cair” diz Afif, ao defender que parte do depósito compulsório dos bancos, que hoje está congelado no Banco Central, seja direcionada para financiar a produção nas micro e pequenas empresas, como ocorre na agricultura.

Perfil das adesões

Entre as atividades autorizadas a aderir ao Simples em 2015, os advogados encabeçam o número de pedidos deferidos de inclusão, com 20.995 solicitações. Corretores de seguros aparecem em segundo lugar no ranking, com 20.544 pedidos. Dentistas e profissionais da área odontológica, com 9.898 pedidos, estão em terceiro lugar no ranking de adesões ao Simples; os fisioterapeutas aparecem em quarto lugar, com 8.870, e corretores de imóveis em quinto lugar, com 8.665 inclusões deferidas. Do sexto ao décimo lugares das categorias aparecem atividades médicas e ambulatoriais (restrita a consultas), representantes comerciais, profissionais de artes cênicas, desenhistas técnicos que prestam serviços para engenharia e arquitetura e atividades de consultoria de gestão

Marcílio de Moraes

Link: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/05/18/internas_economia,648560/governo-quer-teto-maior-no-simples.shtml
Fonte: EM.com.br As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

O Simples Nacional

O simples é um sistema de tributação criado para unificar o recolhimento de tributos e facilitar a vida do contribuinte. É notório que o Brasil possui um  sistema tributário complexo e que acaba assustando muitos empresários quando decidem abrir seu próprio negocio.

A tributação no sistema do simples incide basicamente sobre seu faturamento, quando maior o faturamento maior a carga tributária, sendo as alíquotas destes impostos divididas por Anexos I a VI, cada anexo compreende uma serie de atividades.

Anexos
Anexo I – Comercio – 4 a 11,61%
Anexo II – Industria – 4,5 a 12,11%
Anexo II – Serviços e Locação de Bens Moveis – 6 a 17,42%
Anexo IV – Serviços 4,5 a 16,85
Anexo V – Serviços 8 a 22,90% *
Anexo VI – Serviços profissionais 16,93 a 22,45*
*considerar o fator r

Recentemente, em 2015, foi criado o anexo VI do Simples que possibilitou a entrada de diversas atividades, até então impedidas de adotar este sistema. Entre elas: representante comercial, advogados e algumas áreas da saúde, nutricionista, fisioterapeuta e outros.

O pagamento deste tributo se dá através de uma guia, chamada DAS e anualmente deve ser declaro a receita federal o DEFIS.

Exportação

Qualquer empresa que adote o simples nacional pode exportar seus produtos, devendo estes serem destacados no momento da declaração mensal.

Construtoras

As construtoras devem além do pagamento dos impostos via guia DAS, recolher a CPP através de uma guia DARF, gerada no mesmo momento da DAS, é a chamada desoneração da folha.

No ato da emissão da NFSe (nota fiscal de serviço) deve ser retido INSS, numa porcentagem estabelecida por lei. O responsável pelo pagamento desta retenção é o Tomador (quem contratou a empresa) da nota fiscal.

Considerações

Apesar de a constituição brasileira assegurar benefícios e vantagens aos Micro e Pequenos Empresários, esta não foi bem  a decisão do legislativo, que ao aprovar o anexo VI (permitindo a entrada de novas atividades no simples nacional), onerou o contribuinte com uma alta carga tributária, em alguns casos, maior ainda que a opção pelo sistema Lucro Presumido. É claro que existe uma serie de fatores a serem levados em conta antes da adoção do melhor sistema para sua empresa, então fique atendo e consulte sempre um profissional qualificado.

Contabilidade Unica

Os principais impactos fiscais e tributários provocados pela resolução da eSocial

Conheça as mudanças na Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (DIRF) e no Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF)

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Vanessa Miranda

A Escrituração Fiscal Digital Social (eSocial), integrante do projeto Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), consolida em uma única obrigação acessória as informações trabalhistas, previdenciárias, tributárias e fiscais relativas à contratação de serviços, com ou sem vÍnculo empregatício, no âmbito da Caixa Econômica Federal, Previdência Social, Ministério do Trabalho e Emprego e Receita Federal do Brasil.

Com a consolidação, as informações antes prestadas de forma dispersa e, por vezes, divergentes, passam a integrar uma única escrituração, simplificando e aprimorando a qualidade dessas informações.

Dentro da eSocial, algumas informações do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), antes demonstradas apenas por meio da Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF), apresentam-se em registros específicos, segregando, inclusive, a remuneração indireta, caracterizada, por exemplo, pelo pagamento de despesas com benefícios e vantagens a administradores diretores, gerente e seus assessores, pagos diretamente ou através da contratação de terceiros.

Não será de imediato a extinção da DIRF, uma vez que nem todas as informações nela prestadas encontram-se na eSocial, mas decerto será a tendência, pois dentre as premissas do SPED estão a redução de custos para o contribuinte e a mínima interferência no ambiente do contribuinte e, nos seus objetivos promover a integração dos fiscos (Federal, Estadual e Municipal), racionalizar e uniformizar as obrigações acessórias para os contribuintes e tornar mais célere a identificação de ilícitos tributário.

O confronto das informações prestadas pelo contribuinte, pessoa física, em sua declaração de ajuste anual, passará a ser realizado com a eSocial e, nesse sentido, qualquer omissão de receita (rendimento) será identificado celeremente, podendo gerar retenção da declaração em malha fina e autuação.

Tal como ocorreu com a DIPJ, extinta com a instituição da Escrituração Fiscal Contábil (ECF), que contém as informações do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), bem como do SPED Fiscal, que contém as informações do IPI, DIRF e demais obrigações que duplicam a informação já prestada na eSocial estarão fora da lista de tarefas dos contribuintes.

Sem dúvida, a era digital esta melhorando processos, uniformizando informações, reduzindo as fiscalizações presenciais, agilizando processos e provendo uma maior qualidade nas informações prestadas.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/os-principais-impactos-fiscais-e-tributarios-provocados-pela-resolucao-da-esocial/100118/ Fonte: Administradores

10 curiosidades sobre o Microempreendedor Individual que você precisa saber

Confira abaixo 10 curiosidades sobre esse perfil empreendedor que está tirando cada vez mais trabalhadores da informalidade e movimentando a economia.

Microempreendedor Individual

Microempreendedor Individual

É um Microempreendedor Individual ou quer se tornar um? Confira abaixo 10 curiosidades sobre esse perfil empreendedor que está tirando cada vez mais trabalhadores da informalidade e movimentando a economia.
 
1. O Microempreendedor Individual é a melhor forma de formalizar um negócio. Quem fatura até R$ 60 mil por ano não tem custo e nem burocracia para abrir um negócio;
 
2. O MEI pode contar com a ajuda de até um funcionário para tocar o seu empreendimento, mas é importante lembrar que é necessário assinar a carteira de trabalho e que a renda do seu ajudante tem de ser de um salário mínimo ou equivalente ao piso da categoria;
 
3. Para se formalizar você não precisa ter um estabelecimento comercial. A sua empresa pode funcionar na sua própria casa. Se a prefeitura quiser cobrar IPTU comercial, ela é obrigada a calcular o valor levando em consideração a faixa mais baixa do imposto. É preciso, entretanto, verificar se a atividade escolhida é permitida naquele endereço.
 
4. O pagamento mensal do boleto do MEI garante acesso aos benefícios previdenciários. Pagando a contribuição em dia, o Microempreendedor Individual obedece aos mesmos prazos de carência dos contribuintes individuais segurados da Previdência Social. Por exemplo, para você receber o auxílio doença você precisa de 12 contribuições mensais, já para receber o salário-maternidade são 10 contribuições mensais.
 
5. Ao faturar mais de R$ 60 mil por ano, o MEI não é automaticamente desenquadrado dessa opção. Se o faturamento for de até R$ 72.mil, somente será desenquadrado no ano seguinte.
 
6. No primeiro ano de existência, todo Microempreendedor pode contar com a ajuda gratuita de um contador, optante pelo Supersimples, para fazer a declaração anual do MEI.
 
7. Quando o Microempreendedor se formaliza, ele pode escolher até 15 atividades para atuar simultaneamente. São mais de 480 permitidas.
 
8. O MEI pode participar de licitações públicas e prestar serviços para outras empresas, desde que não exista vínculo empregatício.
 
9. Quando o MEI tem dívidas de ISS e ICMS, essas podem ser perdoadas pelos estados, Distrito Federal e municípios.
 
10. As multas aplicadas por entidades federais, estaduais, municipais e distritais terão uma redução de 90% para o MEI.

Link: http://contabilidadenatv.blogspot.com.br/2015/04/10-curiosidades-sobre-o.html Fonte: Contabilidade na TV, Agência Sebrae de Notícias

A carteira de trabalho será substituída até o fim de 2015

A iniciativa qualificará jovens em cursos técnicos e ampliará a formação regular nos Ensinos Médio e Superior.

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A carteira de trabalho será substituída até o fim de 2015 por cartão eletrônico que terá todo o histórico do trabalhador, como o PIS e FGTS. O anúncio foi feito pelo ministro do Trabalho, Manoel Dias, em entrevista . Ele antecipou que até o fim do ano vai inaugurar a Universidade do Trabalhador. A iniciativa qualificará jovens em cursos técnicos e ampliará a formação regular nos Ensinos Médio e Superior. “Atenderemos dez milhões de pessoas nos primeiros cinco anos”.

Confira alguns pontos da entrevista:

O desemprego entre os jovens chega a 17%. Como diminuir?

MANOEL DIAS: O percentual é alto. E quando fala-se em jovens pensamos no estudante, que é minoria. A maioria não estuda, está excluída, na periferia próxima na criminalidade. Daqui a pouco temos mais uma geração com baixa escolaridade, qualificação profissional e velha. Teremos programas para dar oportunidades. As iniciativas vão dar qualificação ao jovem.

Há proposta objetiva?

A Universidade do Trabalhador. Até o fim do mês eu assino. Será a distância com meta de qualificação profissional. Vamos oferecer alternativas de cursos técnicos, mas também ampliar a formação regular com Ensinos Médio e Superior. O potencial da universidade nos primeiros cinco anos é atender dez milhões de pessoas. A previsão é que comece a funcionar até o fim do ano.

É o que se espera do Ensino Médio, oferecer qualificação?

Vamos discutir proposta de qualificação na própria escola, onde o jovem na terceira série do Ensino Médio faz paralelamente curso de qualificação. Ao terminar, estará preparado para a universidade ou mercado de trabalho.

O que mais o ministério tem feito para facilitar a vida do trabalhador?

Lançamos na semana passada o Alô Trabalho, em que a pessoa não precisa mais se deslocar. Liga para o número de forma gratuita (menos de telefone móvel, que cobra tarifa normalmente) e terá informações sobre seguro-desemprego, abono salarial, carteira de trabalho, Caged.

E para quem for ao posto, o que é feito para agilizar o atendimento?

Estamos em fase de implantação do agendamento eletrônico. O trabalhador acessa a internet e marca a ida ao ministério para tirar a carteira ou dar entrada no seguro-desemprego, por exemplo. Ele chega e terá o documento em dez minutos, acabando com a fila.

E quando todos os dados, como carteira de trabalho e PIS farão parte de um único documento?

Termos a carteira de trabalho online, que vai impedir a falsificação. Em seguida vamos acabar com a carteira, até fim do ano, e implantar o cartão eletrônico, com todas as informações, como empregos por onde ele passou, PIS, FGTS. Numa fase de transição a carteira de papel será entregue com o cartão.

 

Link: http://news.netspeed.com.br/a-carteira-de-trabalho-sera-substituida-ate-o-fim-de-2015/
Fonte: SESCON-RJ, Netspeed News

6 dicas de inovação Empresárial

Para ter uma equipe inovadora e comprometida, é necessário haver um espaço de liberdade de ideias, chefes muito controladores freiam a criatividade.

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Uma empresa bem aparada de tecnologia nem sempre é aquela mais inovadora e eficiente. De acordo com diretor de empresa do grupo iTunes México, Jesús Cochegrus, as ferramentas mais avançadas de TI são apenas garantia de melhoramento de processos, não de maior produtividade. Se uma companhia quer ser inovadora, ela deve considerar outros aspectos.

É necessário entender da onde vem a inovação e em que ambiente ela é criada. Para que ela venha, a empresa precisa quebrar barreiras e antigos processos. Os funcionários não podem ficar presos a rotinas, mas ter contato com uma atmosfera laboral que convide os outros a palpitarem. Portanto, o chefe que não escuta os funcionários ou que não lhes dá abertura para que eles ofereçam novas sugestões, pode estar cortando ideias valiosas.

Confira 6 dicas para que sua empresa possua espaços propensos à inovação:

EMPRESAS: COMO INOVAR? – 1. GRANDES DESAFIOS, PORÉM DIVERTIDOS

Num jogo, se ele for fácil demais, as pessoas se entediam; se ele for difícil demais, se frustram. As empresas têm que oferecer desafios aos seus funcionários, contanto que estes tenham ferramentas e conhecimento para enfrentar os obstáculos e, finalmente, possa crescer.

EMPRESAS: COMO INOVAR? – 2. MOTIVAÇÃO

Trabalhamos melhor quando estamos motivados e é obrigação da empresa fazer com que o funcionário se sinta desta maneira. Esta dose de satisfação não necessariamente tem que ser realizada em dinheiro, mas por meio de um chefe que reconheça o desempenho do trabalhador e dê suporte a ele nas atividades cotidianas.

EMPRESAS: COMO INOVAR? – 3. CAPACITAÇÃO

Um chefe que oferece aos seus empregados a possibilidade de crescer tem funcionários que lutarão pelas metas da empresa e vestirão a camisa dela. Ter um plano de capacitação é a melhor forma de visualizar o futuro de uma companhia.

EMPRESAS: COMO INOVAR? – 4. AMBIENTE COM REGRAS SIMPLES

Não é todo funcionário que conhece as regras da empresa. Um ambiente de inovação exige que a equipe conheça os alinhamentos do trabalho e os objetivos do lugar onde está. O empregado necessita saber responder a 3 perguntas: onde você está parado? Que objetivo você deve seguir? Qual é o plano de ação?

EMPRESAS: COMO INOVAR? – 5. FLEXIBILIZAÇÃO

Uma empresa com horários rígidos, em que o funcionário tem que passar muitas horas no escritório, não é um bom lugar para a inovação. É necessário promover esquemas com horários flexíveis que não afetem a produção e aumentem o rendimento. Com menos rigidez no calendário, os empregados se sentem menos “sufocados” e mais incentivados a trabalhar melhor e inovar.

EMPRESAS: COMO INOVAR? – 6. MULTI-DISCIPLINARIDADE

Em qualquer situação, quanto mais versada em várias áreas for a pessoa, mais ideias criativas ela terá. A empresa não precisa ter Einstein’s para inovar, mas, sim, funcionários que conversam entre si e trocam seus conhecimentos. Assim, eles se envolverão em projetos grandes e cada um dará a sua contribuição, de acordo com a própria área, na abrangência da nova ideia.

Fonte: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/05/28/937602/6-dicas-inovaco-empresarial.html

A Diferença entre Regime de Caixa e Regime de Competência

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Uma das teorias mais importantes referente à gestão financeira diz respeito a ver o seu negócio através de duas perspectivas: o regime de caixa e o regime de competência. Vamos analisar cada método abaixo:

1) Regime de Caixa:

É analisar as movimentações financeiras da sua empresa pelo que entrou e saiu, independentemente se isso foi no período esperado ou não. Vamos dizer que você tinha que receber R$5.000,00 de um cliente durante 6 meses, mas ele atrasou tudo e só pagou no último mês. Neste caso, seu fluxo de caixa estaria igual à imagem abaixo:

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Ponto Positivo: A importância da visão do fluxo de caixa, que é justamente feito dentro do regime de caixa, é a visualização do dinheiro que a empresa realmente possui em caixa, como o nome já diz. Isso é importante para gerenciar a liquidez (capacidade de pagar seus compromissos) do negócio. Pois muitas vezes, a empresa está com uma boa projeção de futuro, mas no curto prazo se encontra em maus lençóis. Para isso, é necessário o cálculo do capital de giro, tópico de um próximo post.

Ponto Negativo: O problema da visão de caixa é que você não consegue aferir o real resultado operacional da empresa. No caso acima, por exemplo, se esse projeto for a única fonte de receita da empresa, ela ficaria no negativo por 5 meses e depois iria aparentar ter um resultado incrível no mês 6. O que pode acontecer também, é o caso oposto, o cliente ter pago tudo à vista, os gestores acharem que estão com muito caixa e gastar tudo sem visualizar que precisam desse dinheiro para viver por mais um semestre.

2) Regime de Competência:

É analisar as movimentações financeiras da sua empresa de acordo com o período que elas deveriam ter sido concretizadas, independentemente de quando realmente o foram. Vamos utilizar o mesmo caso acima, o cliente deveria lhe pagar R$5.000,00 por mês, mas pagou tudo só no último mês. Neste caso, seu demonstrativo de resultado de exercício ficaria da seguinte maneira:

exemplo de demonstrativo de resultado - regime de competencia

Ponto Positivo: Com o regime de competência (DRE), você consegue visualizar se a estrutura financeira da sua empresa está correta e se o modelo de negócio vigente faz sentido, sem se deixar levar pelas flutuações de curso prazo.

Ponto Negativo: Como o demonstrativo de resultado de exercício não está preocupado com o que está ocorrendo de fato na empresa, você pode acabar ficando com pouco caixa e contrair dívidas desnecessárias. No caso acima, por exemplo, isso teria acontecido.

Conclusão:

Ambas as visões são necessárias e complementares na gestão financeira de um negócio. Os dados devem sempre ser analisado pelas duas perspectivas para se obter a melhor decisão possível para a situação da empresa. No mais, para se obter esse tipo de sistema de gestão é necessário o uso de algum software ou planilha para que os lançamento sejam registrados em ambas as óticas.

Fonte: http://blog.luz.vc/o-que-e/a-diferenca-entre-regime-de-caixa-e-regime-de-competencia/
Autor: Leandro Borges – http://blog.luz.vc/author/leandro/

A importância dos indicadores de desempenho na empresa

Uma empresa que não sabe precisamente o que quer, não analisa o que faz e não sabe como analisar os resultados.

Diagnostico empresarial

Diagnostico empresarial

Uma das principais consequências que a era da informação acarretou para as empresas foi alta competitividade. Uma época que permite ao mercado o acesso às diversas corporações. Com o passar do tempo fomos percebendo que era preciso criar mudanças para se destacar. E uma das estratégias atuais é o conhecimento dos resultados mais precisos quanto possíveis. Sua empresa sabe fazer isso? Para quem não sabe, é necessário um acompanhamento dos processos do empreendimento desde as implantações de estratégias até os resultados.

Mas ao longo dos anos, percebemos as dificuldades dos empreendedores em trabalhar com a mensuração de desempenho. A ausência de indicadores em uma empresa certamente só traz prejuízos. Porém, o que causa essa carência? É preciso identificar a fonte do problema, pois este é um trabalho que traz um diferencial competitivo no mercado. E o problema vem do início do processo, na hora de implantar as estratégias.

Para fazer com que o pensamento gerencial se oriente para atividades de análise de resultados, ela precisa saber quais os objetivos e as métricas utilizadas para alcançar bons efeitos. A partir daí avaliar os principais indicadores que se encaixam neste contexto. Mas a grande complexidade de saber como trabalhar com os indicadores se deve à dificuldade de estabelecer os objetivos da organização.

Uma empresa que não sabe precisamente o que quer, não analisa o que faz e não sabe como analisar os resultados. Uma pesquisa realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento Sustentável (IDS) mostra que 76,2% dos entrevistados têm em suas organizações valores explicitados, mas somente 41,3% discutiram com seus funcionários os valores definidos. Este é um indicador que pode ser observado para saber está sendo seguido o que é proposto. Se as metas não são debatidas com os colaboradores, não são seguidas e sequer são analisadas como um indicador.

Os indicadores foram criados justamente para facilitar a compreensão das atividades e fluxos operacionais. A implantação deve ser vista como um fato essencial para as empresas. Muitas vezes por falta de tempo por parte dos empresários ou mau planejamento do tempo, estes quesitos são pouco administrados. Porém, são eles que possibilitam a coleta de dados que respondem se a organização está sendo eficiente em cada especificidade de suas estratégias.

É certo que a maioria das organizações precisa enfrentar a competitividade do mercado atual da melhor forma possível. A dica é abusar destas ferramentas administrativas e criar um perfil empresarial com alto desenvolvimento de conhecimento da organização para obtenção de resultados reais.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/a-importancia-dos-indicadores-de-desempenho-na-empresa/99619/