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Category: Fiscal

Governo quer teto maior no Simples ?

Mudança estenderia benefício às empresas com faturamento até R$ 7,4 milhões. Objetivo é alavancar emprego e arrecadação

Depois de promover mudança na legislação e aprovar a Lei 147/14, que incorporou 143 novas categorias no Simples Nacional, a Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República quer modificar novamente as regras do setor para elevar o teto do Simples de um faturamento de R$ 3,6 milhões por ano para R$ 7,4 milhões nos setores de comércio e serviços e para R$ 14,4 milhões no caso de indústrias e para criar condições de crescimento sustentado para os empreendimentos de menor porte. “Estamos debatendo um processo de construção de rampas de crescimento da pequena empresa, para ela não ter medo de crescer”, diz o ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, que participa hoje, em Belo Horizonte, do Seminário Regional do Supersimples, promovido pela Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa.O ministro acredita que após a aprovação do ajuste fiscal do governo no Congresso, o que tem de ocorrer até o início de julho, será possível colocar em discussão na Câmara e no Senado o projeto “Crescer sem medo” (PL 448/14), que além de alterar o teto do Simples reduz as faixas de tributação. “Temos que construir um consenso na frente parlamentar, que é suprapartidária, para encaminhar o projeto ao Congresso, que busca uma agenda positiva e que converge para o fator de geração de emprego nas micro e pequenas empresas”, afirma o ministro. “O ajuste fiscal é política fiscal e monetária. Nós precisamos ter política econômica de apoio às micro e pequenas empresas, que são as maiores geradoras de emprego no país”, acrescenta.O objetivo dos seminários regionais, que vão acontecer em 11 estados, é discutir formas para impedir o que ocorre hoje. Atualmente, quando atinge o teto do faturamento para tributação simplificada, em lugar de continuar expandindo o negócio, o empreendedor cria outra razão social e, assim, permanece no limite dos benefícios. “Podemos pensar em faixas em que ele só paga pela diferença, numa tabela progressiva, como no Imposto de Renda”, afirma Afif Domingos.

Para defender a revisão da legislação, o ministro revela os impactos positivos da mudança feita no ano passado. Com a ampliação das categorias com direito à tributação simplificada, o número de pedidos de inclusão no Simples saltaram de 22.076 no início do ano passado para 502.692 em janeiro deste ano, o que representa crescimento de 125%. Além disso, o número de pedidos deferidos (aprovados imediatamente ou após processamento de pendências) passou de 125.064 no ano passado para 319.882 este ano, alta de 156%.

No caso dos pedidos indeferidos este ano (168.457), a grande maioria (144.453) teve a reivindicação negada por apresentar problemas fiscais. “São empresas com débitos fiscais. Elas estão em dificuldades e vão continuar em dificuldades, sem conseguir colocar o nariz fora da água”, afirma o ministro ao defender um novo programa de refinanciamento de dívidas fiscais (Refis) para o setor, com a abertura de possibilidade para que microempresas possam entrar num processo de parcelamento de seus débitos, hoje em até 60 meses. Afif diz que o prazo também precisa ser ampliado para 180 meses, como ocorre em outros setores.

O principal argumento é o impacto que medidas como essa (ampliação do Refis) têm no universo dos micro e pequenos empreendedores. De acordo com dados da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, enquanto a arrecadação de impostos federais está em queda, a receita tributária obtida com as micro e pequenas e os microempreendedores individuais cresceu de R$ 14,87 bilhões, no primeiro trimestre do ano passado, para R$ 17,04 bilhões nos três primeiros meses deste ano, com aumento real (descontada a inflação), de 5,92%. No mesmo período, a Receita Federal registrou queda de 2,03%. Além disso, enquanto os empregos com carteira assinada no país tiveram saldo negativo de 127.616 postos em março, nas micro e pequenas empresas o saldo ficou positivo em 65.413 empregos gerados. “Esses dados são a prova flagrante de que está aí a aposta para a retomada da economia no curto prazo, porque é a opção que demanda menos capital para gerar emprego”, afirma Afif.

CRÉDITO Outro ponto que o ministro defende para estimular as micro e pequenas empresas e o empreendedorismo no país é o estabelecimento de condições de financiamento mais favoráveis para esses empreendimentos. “O crédito é outro fator de desestímulo”, observa Afif. De acordo com ele, o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), criado há 10 anos, tem hoje patrimônio de R$ 600 milhões. “No Brasil, só se dá prata para quem tem ouro”, diz ele ao lembrar que este mês R$ 25 milhões desse fundo foram alocados para a abertura de uma linha de
R$ 300 milhões a ser emprestada para franquias de micro e pequeno porte, com taxas de juros menores. “O crédito para capital de giro cobra taxa de 3% ao mês e quase 40% ao ano. Isso quebra qualquer empresa”, afirma.

Hoje, segundo o ministro, além do custo de captação e do risco, a taxa de juros no Brasil tem 33% de carga tributária. Ele diz que o fundo de aval substitui garantias exigidas pelos bancos e que muitas vezes os microempresários não têm nada para oferecer, mas lembra que a qualificação dos pequenos empreendimentos é um fator que reduz o risco. “Temos que mitigar o risco para a taxa de juros cair” diz Afif, ao defender que parte do depósito compulsório dos bancos, que hoje está congelado no Banco Central, seja direcionada para financiar a produção nas micro e pequenas empresas, como ocorre na agricultura.

Perfil das adesões

Entre as atividades autorizadas a aderir ao Simples em 2015, os advogados encabeçam o número de pedidos deferidos de inclusão, com 20.995 solicitações. Corretores de seguros aparecem em segundo lugar no ranking, com 20.544 pedidos. Dentistas e profissionais da área odontológica, com 9.898 pedidos, estão em terceiro lugar no ranking de adesões ao Simples; os fisioterapeutas aparecem em quarto lugar, com 8.870, e corretores de imóveis em quinto lugar, com 8.665 inclusões deferidas. Do sexto ao décimo lugares das categorias aparecem atividades médicas e ambulatoriais (restrita a consultas), representantes comerciais, profissionais de artes cênicas, desenhistas técnicos que prestam serviços para engenharia e arquitetura e atividades de consultoria de gestão

Marcílio de Moraes

Link: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/05/18/internas_economia,648560/governo-quer-teto-maior-no-simples.shtml
Fonte: EM.com.br As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

4 Indicadores para Diagnosticar a Saúde da Empresa

Com o mercado competitivo dos dias de hoje, quem não analisar constantemente seus resultados em busca de melhorar sua atuação, dificilmente atingirá uma posição de sucesso. Por essa razão, empreendimentos de diversas áreas estão investindo cada vez mais no autoconhecimento, especialmente sobre aspectos que podem contribuir para que ela continue sendo rentável. Para ajudar nessa questão, existem alguns indicadores que ajudam a diagnosticar a saúde do negócio e contribuir, portanto, para a tomada de novas decisões e escolha de rumos mais acertivos para o crescimento. Quer descobrir quais são os indicadores mais importantes para sua empresa? Confira no texto a seguir:

Desempenho Empresarial

Recomendado: Porque saber os números de sua empresa?

Faturamento

Pode parecer lógico acompanhar o faturamento, mas o fato é que muitas empresas não dão o devido valor para esse indicador. É ele que mostra quanto está sendo comercializado e quanto de dinheiro está entrando no empreendimento. Além disso, esse indicador é extremamente útil para fazer comparações com as metas estabelecidas para o momento e descobrir se você precisa realinhar estratégias e buscar nova clientela para que sua empresa possa ter o lucro esperado.

Recebimentos

Faturamento e recebimentos não são a mesma coisa. O fato é que você pode vender muito, mas não necessariamente estará recebendo esse dinheiro efetivamente. Isso ocorre especialmente com quem faz muitas vendas a prazo, como cartão de crédito e boletos ou pior: sofre com a inadimplência. Faça uma análise precisa dos seus clientes em estado de inadimplência e crie um programa de cobranças mais eficaz: deixar o recebimento o mais próximo possível do faturamento é uma meta que todo empresário deve ter.

Custo fixo

Ter uma noção precisa dos seus custos fixos é outro fator preponderante para que uma empresa funcione com precisão. Esse conceito é importante, pois muitos empresários, especialmente os menos experientes, acabam se iludindo e perdendo o controle, principalmente quando os negócios começam a crescer. Conhecer o custo fixo ajuda a saber que o dinheiro gasto nesse indicador é, na realidade, virtual: você jamais o terá, pois ele é necessário todos os meses para que a empresa funcione, mesmo em seu nível mais básico. Já os custos totais variáveis podem mudar, pois aumentam de acordo com o volume de negócio, porém os fixos precisam ser conhecidos e muito bem!

Ticket médio

O Ticket Médio é um indicador que se popularizou muito nos últimos anos, pois dá uma boa noção para a empresa do seu público alvo e da própria dinâmica do seu negócio. Ele aponta na média quanto cada venda está trazendo de lucro, ou seja, demonstra se vale mais investir em certos itens ou se é melhor destinar seus esforços de marketing para outros produtos. Quanto mais alto esse indicador, mais você vai receber por uma única transação. É uma forma de possibilitar projeções inteligentes, mostrando o quanto a mais você vai ganhar se aumentar os compradores de determinados nichos do seu negócio.

Esses são alguns indicadores que podem ajudar seu empreendimento a ter maior controle da própria saúde empresarial. Quem não conhece bem seu negócio terá chances muito maiores de tomar decisões erradas e percorrer um trajeto mais difícil, enquanto quem tiver a perfeita noção das minúcias de sua empresa e das variáveis da sua área, aumentará consideravelmente suas possibilidades de sucesso. Um empresário inteligente não pode abrir mão de um diagnóstico perfeito: use esses dados a seu favor! Ficou animado com os benefícios que os indicadores podem causar à sua empresa? Deixe seu comentário e conte pra gente. Sugestões e dúvidas também são bem-vindas.

fonte:http://blogsetting.rdstation.com.br/4-indicadores-para-diagnosticar-saude-da-empresa/?utm_campaign=news_resumo_do_mes_abril&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Qual o limite do Simples Nacional?

Atualmente o limite para se enquadrar no simples nacional é de R$ 3.600,000,00 (três milhões e seiscentos mil reais) anual ou proporcional para empresas novas.

Mais sobre o simples nacional

Quais Impostos preciso pagar?

Isso vai depender do regime de tributação e da atividade da empresa.

Pelo Lucro Presumido as alíquotas ficam entre 11,33% e 16,33% (para prestadores de serviço) sendo que 3,65% do faturamento da empresa será recolhido de forma mensal a titulo de Pis e Cofins, de 2% a 5% referente a ISS. Já o IRPJ (imposto de renda) e CSLL (contribuição social sobre o lucro liquido) serão recolhidas a cada trimestre, com base no lucro da empresa e o percentual sobre o faturamento é de 4,8% e 2,88% respectivamente. Podendo haver a incidência de IRPJ adicional dependendo do faturamento.

Pelo Simples Nacional  as alíquotas ficam entre 4% a 22,45% dependendo da atividade exercida e do faturamento.

Tabela Simples Nacional

Mais sobre o Simples Nacional

Anexos do Simples Nacional

 

Atividades divididas por CNAE – IBGE (código)

Código Denominação ANEXO ALÍQUOTA INICIAL*
0111-3/01 Cultivo de arroz I 4,00%
0111-3/02 Cultivo de milho I 4,00%
0111-3/03 Cultivo de trigo I 4,00%
0111-3/99 Cultivo de outros cereais não especificados anteriormente I 4,00%
0112-1/01 Cultivo de algodão herbáceo I 4,00%
0112-1/02 Cultivo de juta I 4,00%
0112-1/99 Cultivo de outras fibras de lavoura temporária não especificadas anteriormente I 4,00%
0113-0/00 Cultivo de cana-de-açúcar I 4,00%
0114-8/00 Cultivo de fumo I 4,00%
0115-6/00 Cultivo de soja I 4,00%
0116-4/01 Cultivo de amendoim I 4,00%
0116-4/02 Cultivo de girassol I 4,00%
0116-4/03 Cultivo de mamona I 4,00%
0116-4/99 Cultivo de outras oleaginosas de lavoura temporária não especificadas anteriormente I 4,00%
0119-9/01 Cultivo de abacaxi I 4,00%
0119-9/02 Cultivo de alho I 4,00%
0119-9/03 Cultivo de batata-inglesa I 4,00%
0119-9/04 Cultivo de cebola I 4,00%
0119-9/05 Cultivo de feijão I 4,00%
0119-9/06 Cultivo de mandioca I 4,00%
0119-9/07 Cultivo de melão I 4,00%
0119-9/08 Cultivo de melancia I 4,00%
0119-9/09 Cultivo de tomate rasteiro I 4,00%
0119-9/99 Cultivo de outras plantas de lavoura temporária não especificadas anteriormente I 4,00%
0121-1/01 Horticultura, exceto morango I 4,00%
0121-1/02 Cultivo de morango I 4,00%
0122-9/00 Cultivo de flores e plantas ornamentais I 4,00%
0131-8/00 Cultivo de laranja I 4,00%
0132-6/00 Cultivo de uva I 4,00%
0133-4/01 Cultivo de açaí I 4,00%
0133-4/02 Cultivo de banana I 4,00%
0133-4/03 Cultivo de caju I 4,00%
0133-4/04 Cultivo de cítricos, exceto laranja I 4,00%
0133-4/05 Cultivo de coco-da-baía I 4,00%
0133-4/06 Cultivo de guaraná I 4,00%
0133-4/07 Cultivo de maçã I 4,00%
0133-4/08 Cultivo de mamão I 4,00%
0133-4/09 Cultivo de maracujá I 4,00%
0133-4/10 Cultivo de manga I 4,00%
0133-4/11 Cultivo de pêssego I 4,00%
0133-4/99 Cultivo de frutas de lavoura permanente não especificadas anteriormente I 4,00%
0134-2/00 Cultivo de café I 4,00%
0135-1/00 Cultivo de cacau I 4,00%
0139-3/01 Cultivo de chá-da-índia I 4,00%
0139-3/02 Cultivo de erva-mate I 4,00%
0139-3/03 Cultivo de pimenta-do-reino I 4,00%
0139-3/04 Cultivo de plantas para condimento, exceto pimenta-do-reino I 4,00%
0139-3/05 Cultivo de dendê I 4,00%
0139-3/06 Cultivo de seringueira I 4,00%
0139-3/99 Cultivo de outras plantas de lavoura permanente não especificadas anteriormente I 4,00%
0141-5/01 Produção de sementes certificadas, exceto de forrageiras para pasto I 4,00%
0141-5/02 Produção de sementes certificadas de forrageiras para formação de pasto I 4,00%
0142-3/00 Produção de mudas e outras formas de propagação vegetal, certificadas I 4,00%
0151-2/01 Criação de bovinos para corte I 4,00%
0151-2/02 Criação de bovinos para leite I 4,00%
0151-2/03 Criação de bovinos, exceto para corte e leite I 4,00%
0152-1/01 Criação de bufalinos I 4,00%
0152-1/02 Criação de eqüinos I 4,00%
0152-1/03 Criação de asininos e muares I 4,00%
0153-9/01 Criação de caprinos I 4,00%
0153-9/02 Criação de ovinos, inclusive para produção de lã I 4,00%
0154-7/00 Criação de suínos I 4,00%
0155-5/01 Criação de frangos para corte I 4,00%
0155-5/02 Produção de pintos de um dia I 4,00%
0155-5/03 Criação de outros galináceos, exceto para corte I 4,00%
0155-5/04 Criação de aves, exceto galináceos I 4,00%
0155-5/05 Produção de ovos I 4,00%
0159-8/01 Apicultura I 4,00%
0159-8/02 Criação de animais de estimação I 4,00%
0159-8/03 Criação de escargô I 4,00%
0159-8/04 Criação de bicho-da-seda I 4,00%
0159-8/99 Criação de outros animais não especificados anteriormente I 4,00%
0161-0/01 Serviço de pulverização e controle de pragas agrícolas III 6,00%
0161-0/02 Serviço de poda de árvores para lavouras III 6,00%
0161-0/03 Serviço de preparação de terreno, cultivo e colheita III 6,00%
0161-0/99 Atividades III 6,00%
0162-8/01 Serviço Impedida
0162-8/02 Serviço de tosquiamento de ovinos III 6,00%
0162-8/03 Serviço de manejo de animais III 6,00%
0162-8/99 Atividades III 6,00%
0163-6/00 Atividades III 6,00%
0170-9/00 Caça e serviços relacionados I 4,00%
0210-1/01 Cultivo de eucalipto I 4,00%
0210-1/02 Cultivo de acácia-negra I 4,00%
0210-1/03 Cultivo de pinus I 4,00%
0210-1/04 Cultivo de teca I 4,00%
0210-1/05 Cultivo de espécies madeireiras, exceto eucalipto, acácia-negra, pinus e teca I 4,00%
0210-1/06 Cultivo de mudas em viveiros florestais I 4,00%
0210-1/07 Extração de madeira em florestas plantadas I 4,00%
0210-1/08 Produção de carvão vegetal – florestas plantadas I 4,00%
0210-1/09 Produção de casca de acácia-negra – florestas plantadas I 4,00%
0210-1/99 Produção de produtos não-madeireiros não especificados anteriormente em florestas plantadas I 4,00%
0220-9/01 Extração de madeira em florestas nativas I 4,00%
0220-9/02 Produção de carvão vegetal – florestas nativas I 4,00%
0220-9/03 Coleta de castanha-do-pará em florestas nativas I 4,00%
0220-9/04 Coleta de látex em florestas nativas I 4,00%
0220-9/05 Coleta de palmito em florestas nativas I 4,00%
0220-9/06 Conservação de florestas nativas I 4,00%
0220-9/99 Coleta de produtos não-madeireiros não especificados anteriormente em florestas nativas I 4,00%
0230-6/00 Atividades III 6,00%
0311-6/01 Pesca de peixes em água salgada I 4,00%
0311-6/02 Pesca de crustáceos e moluscos em água salgada I 4,00%
0311-6/03 Coleta de outros produtos marinhos I 4,00%
0311-6/04 Atividades de apoio à pesca em água salgada III 6,00%
0312-4/01 Pesca de peixes em água doce I 4,00%
0312-4/02 Pesca de crustáceos e moluscos em água doce I 4,00%
0312-4/03 Coleta de outros produtos aquáticos de água doce I 4,00%
0312-4/04 Atividades de apoio à pesca em água doce III 6,00%
0321-3/01 Criação de peixes em água salgada e salobra I 4,00%
0321-3/02 Criação de camarões em água salgada e salobra I 4,00%
0321-3/03 Criação de ostras e mexilhões em água salgada e salobra I 4,00%
0321-3/04 Criação de peixes ornamentais em água salgada e salobra I 4,00%
0321-3/05 Atividades de apoio à aqüicultura em água salgada e salobra III 6,00%
0321-3/99 Cultivos e semicultivos da aqüicultura em água salgada e salobra não especificados anteriormente I 4,00%
0322-1/01 Criação de peixes em água doce I 4,00%
0322-1/02 Criação de camarões em água doce I 4,00%
0322-1/03 Criação de ostras e mexilhões em água doce I 4,00%
0322-1/04 Criação de peixes ornamentais em água doce I 4,00%
0322-1/05 Ranicultura I 4,00%
0322-1/06 Criação de jacaré I 4,00%
0322-1/07 Atividades de apoio à aqüicultura em água doce III 6,00%
0322-1/99 Cultivos e semicultivos da aqüicultura em água doce não especificados anteriormente I 4,00%
0500-3/01 Extração de carvão mineral I 4,00%
0500-3/02 Beneficiamento de carvão mineral I 4,00%
0600-0/01 Extração de petróleo e gás natural I 4,00%
0600-0/02 Extração e beneficiamento de xisto I 4,00%
0600-0/03 Extração e beneficiamento de areias betuminosas I 4,00%
0710-3/01 Extração de minério de fImpedida I 4,00%
0710-3/02 Pelotização, sinterização e outros beneficiamentos de minério de fImpedida II 4,50%
0721-9/01 Extração de minério de alumínio I 4,00%
0721-9/02 Beneficiamento de minério de alumínio II 4,50%
0722-7/01 Extração de minério de estanho I 4,00%
0722-7/02 Beneficiamento de minério de estanho II 4,50%
0723-5/01 Extração de minério de manganês I 4,00%
0723-5/02 Beneficiamento de minério de manganês II 4,50%
0724-3/01 Extração de minério de metais preciosos I 4,00%
0724-3/02 Beneficiamento de minério de metais preciosos II 4,50%
0725-1/00 Extração de minerais radioativos I 4,00%
0729-4/01 Extração de minérios de nióbio e titânio I 4,00%
0729-4/02 Extração de minério de tungstênio I 4,00%
0729-4/03 Extração de minério de níquel I 4,00%
0729-4/04 Extração de minérios de cobre, chumbo, zinco e outros minerais metálicos não-fImpedidasos não especificados anteriormente I 4,00%
0729-4/05 Beneficiamento de minérios de cobre, chumbo, zinco e outros minerais metálicos não-fImpedidasos não especificados anteriormente II 4,50%
0810-0/01 Extração de ardósia e beneficiamento associado I 4,00%
0810-0/02 Extração de granito e beneficiamento associado I 4,00%
0810-0/03 Extração de mármore e beneficiamento associado I 4,00%
0810-0/04 Extração de calcário e dolomita e beneficiamento associado I 4,00%
0810-0/05 Extração de gesso e caulim I 4,00%
0810-0/06 Extração de areia, cascalho ou pedregulho e beneficiamento associado I 4,00%
0810-0/07 Extração de argila e beneficiamento associado I 4,00%
0810-0/08 Extração de saibro e beneficiamento associado I 4,00%
0810-0/09 Extração de basalto e beneficiamento associado I 4,00%
0810-0/10 Beneficiamento de gesso e caulim associado à extração II 4,50%
0810-0/99 Extração e britamento de pedras e outros materiais para construção e beneficiamento associado I 4,00%
0891-6/00 Extração de minerais para fabricação de adubos, fertilizantes e outros produtos químicos I 4,00%
0892-4/01 Extração de sal marinho I 4,00%
0892-4/02 Extração de sal-gema I 4,00%
0892-4/03 Refino e outros tratamentos do sal II 4,50%
0893-2/00 Extração de gemas (pedras preciosas e semipreciosas) I 4,00%
0899-1/01 Extração de grafita I 4,00%
0899-1/02 Extração de quartzo I 4,00%
0899-1/03 Extração de amianto I

Quais os Livros Obrigatórios Perante o Imposto de Renda?

Relativamente aos livros a que se referem os itens I, II e IV, as pessoas jurídicas poderão criar modelos próprios que satisfaçam às necessidades de seu negócio

A pessoa jurídica sujeita ao lucro real, além dos livros de contabilidade previstos em leis e regulamentos, deverá possuir os seguintes livros :

I – para registro de inventário;

II – para registro de entradas (compras);

III – de Apuração do Lucro Real – LALUR;

IV – para registro permanente de estoque, para as pessoas jurídicas que exercerem atividades de compra, venda, incorporação e construção de imóveis, loteamento ou desmembramento de terrenos para venda;

V – de Movimentação de Combustíveis, a ser escriturado diariamente pelo posto revendedor.

Os livros de que tratam os itens I e II, ou as fichas que os substituírem, serão registrados e autenticados pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio, ou pelas Juntas Comerciais ou repartições encarregadas do registro de comércio, e, quando se tratar de sociedade civil, pelo Registro Civil de Pessoas Jurídicas ou pelo Cartório de Registro de Títulos e Documentos

Relativamente aos livros a que se referem os itens I, II e IV, as pessoas jurídicas poderão criar modelos próprios que satisfaçam às necessidades de seu negócio, ou utilizar os livros porventura exigidos por outras leis fiscais, ou, ainda, substituí-los por séries de fichas numeradas.

Base: Lei nº 154, de 1947, art. 2º, Lei nº 8.383, de 1991, art. 48, Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, arts. 8º e 27 e art. 260 do Regulamento do Imposto de Renda/99.

fonte: http://guiatributario.net/2015/05/14/quais-os-livros-obrigatorios-perante-o-imposto-de-renda/

Fique de olho nessas 4 exigências fiscais para o setor contábil em 2015

Para não perder nenhuma das mudanças e exigências fiscais, veja os principais aspectos que escritórios e profissionais de contabilidade devem conhecer para prestar um melhor atendimento aos clientes em 2015.

Além das inúmeras exigências fiscais e obrigações acessórias já previstas anualmente, o setor contábil em 2015 deve ficar atento a algumas alterações ocorridas ao longo dos últimos anos que começam a ser objeto de fiscalização a partir de janeiro. Manter a saúde financeira do negócio diante da alta carga tributária já é uma das principais preocupações do empreendedor, sobretudo nos casos de micro e pequenas empresas. Porém, a partir de agora tanto quem abre um negócio quanto os profissionais da área contábil devem estar atentos às novas disposições legais para evitar multas desnecessárias.

Para não perder nenhuma das mudanças e exigências fiscais, veja os principais aspectos que escritórios e profissionais de contabilidade devem conhecer para prestar um melhor atendimento aos clientes em 2015.

1 – Fim do RTT – adoção das normas contábeis internacionais

O Regime Tributário de Transição, instituído em 2009 para compatibilizar a legislação societária e fiscal brasileira às normas contábeis internacionais, deixa de existir em 2015. Assim, passa a ser exigida no Brasil a adoção dos padrões internacionais de contabilidade. O principal impacto da medida é a alteração nas bases de cálculo de impostos e contribuições.

Antes de 2015, os pronunciamentos contábeis não eram adotados para apuração do lucro societário, de modo que as adições e exclusões tradicionais para compor a base de cálculo do IRPJ e da CSLL eram aplicadas após certos ajustes não previstos na legislação internacional. A partir de agora, as regras para apuração desses tributos devem seguir pronunciamentos específicos como, por exemplo, o que permite que o pagamento baseado em ações seja excluído da base de cálculo do IRPJ e da CSLL.

2 – SuperSimples – opção com base no faturamento

A partir de 2015, o critério que permite a opção de recolhimento pelo Simples Nacional passa a ser o faturamento e não mais a atividade ou ramo de atuação. Com isso, mais de 140 atividades, principalmente as que envolvem profissionais autônomos como médicos, dentistas e advogados, podem optar pelo recolhimento unificado de alguns tributos desde que respeitem o limite máximo de faturamento de R$ 3,6 milhões por ano.

Vale sempre lembrar que, ainda que a diminuição da burocracia no recolhimento de tributos pelo Simples possa ser tentadora, é fundamental simular todos os cálculos antes de formalizar a opção para verificar se de fato essa é a melhor forma de tributação.

3 – eSocial

No fim de 2014 o governo federal oficializou a adoção do eSocial, novo projeto do Sistema Público de Escrituração Digital – SPED, por meio do qual o empregador deve enviar ao Fisco diversas informações e obrigações fiscais, trabalhistas e tributárias, incluindo dados detalhados da cada funcionário, demissões, férias e atestados médicos.

O objetivo é uniformizar o envio de informações que eram encaminhadas a diversos órgãos como Receita Federal, INSS, Ministério do Trabalho e Caixa Econômica Federal. Embora a obrigação de envio ainda esteja pendente de regulamentação, profissionais do setor contábil devem preparar-se para essa exigência já solicitando aos clientes o levantamento e organização dos principais dados que serão exigidos pelo Fisco.

4 – Escrituração Contábil Fiscal (ECF) – dispensa na entrega de DIPJ e impressão do Lalur

As exigências fiscais de entrega da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica – DIPJ e impressão do Livro de Apuração do Lucro Real – Lalur (obrigatório para empresas tributadas pelo Lucro Real) deixam de existir em 2015. Essas obrigações passam a ser substituídas pelo envio da ECF – Escrituração Contábil Fiscal, que deve ser transmitida de forma centralizada na matriz de cada empresa até o mês de setembro do ano calendário.

Link: http://blog.sage.com.br/gestao-contabil/fique-de-olho-nessas-4-exigencias-fiscais-para-o-setor-contabil-em-2015/